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Marcela Tosi

MINUSTAH: um relato do fracasso da paz liberal e dos abusos das missões de paz

De 05 de outubro de 2015 Por Lívia Damasceno, Marcela Tosi e Thais Bianchi para o Jornal O Herege, do curso de Relações Internacionais de PUC-SP Quando se pensa em paz, logo se remete ao conceito da paz liberal democrática... Continue lendo →

LGBTT*fobia: o que a ditadura tem a ver com isso?

De 10.novembro.2014 Publicado no Jornal O Herege, do curso de Relações Internacionais da PUC-SP     “Apesar de sempre ter existido no Brasil, foi na ditadura que a homofobia se consagrou como política de Estado”. Renan Quinalha, da Comissão da... Continue lendo →

Kesha tem muito mais a nos dizer que “tik tok on the clock”

Uma cantora, seu produtor, uma grande gravadora e a Justiça dos EUA. Personagens de uma história que, graças a outras três: a grande mídia, fãs da cantora e feministas, foi parar nos trending topics do Twitter, em publicações que se multiplicam nas redes sociais e em algumas reportagens nas seções de Entretenimento. Uma mulher, seu abusador e a Justiça.

Women on Waves: como uma ideia e um navio são capazes de mudar realidades

Viajar o mundo dentro de uma clínica-container em um navio não é ação padrão para a maioria das ONGs. Tampouco o é o objetivo de alertar sobre os perigos de uma política negligenciante adotada por diversos Estados e oferecer a ajuda que muitas ONGs locais e mulheres que sofrem com tais políticas demandam diariamente e com urgência. Essa é a Women on Waves (WOW), ONG holandesa fundada em 1999 pela médica Rebecca Gomperts.

Direito da mulher: avanços e retrocessos na Legislação e políticas públicas

Nas últimas décadas, importantes programas sociais foram postos em prática e legislações foram aprovadas. Ainda assim, as mulheres são um dos primeiros cortes de investimentos quando o cenário é de crise. Houve avanços e possibilidades, mas também é preciso apontar para os retrocessos, a fim de que todas as mulheres sejam atendidas.

É preciso ser faísca

Se não tiver todas as certezas que a Razão pode oferecer, não terei um bom futuro (entendam, dinheiro). Sem este, não terei como comprar. Sem propriedade privada, não tenho nada, não serei nada. Como não querer desistir? Mas não vou, nunca, desistir de amar.Não vou, nunca, desistir de sentir – ainda que sejam os sentimentos “ruins”. É sentindo o mundo que poderei mudá-lo.

Tráfico de pessoas: realidade propositalmente invisível

Mulheres e meninas são as maiores vítimas, reflexo dos padrões de opressão e exclusão de uma sociedade dominada por quem é homem branco bem nascido.

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